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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) divulgou nesta quinta-feira (31) a atualização da CBO (Classificação Brasileira de Ocupações). A revisão contou com inclusões e exclusões de 60 ocupações, famílias ocupacionais e sinonímias. O arquivo passa a conter agora 2.619 ocupações.

Entre as novas ocupações incluídas na classificação oficial estão atendente barista, DJ, musicoterapeuta, farmacêutico fitoterapeuta e doula (profissionais que acompanham gestantes antes, durante e depois do parto, oferecendo suporte emocional e físico).

As novas atualizações buscam atender as demandas do público em geral e entidades governamentais como: Ministério da Saúde; do Desenvolvimento Social; do Turismo; Secretária de Direitos Humanos; Policia Federal; CIUO (Classificação Internacional Uniforme de Ocupações) da Organização Internacional do Trabalho; entre outros.

De acordo com o MTE, a atualização e modernização da CBO ocorrem para acompanhar o dinamismo das ocupações e mudanças econômicas, sociais e culturais pelas quais o país passa. Essas modificações e inclusões são elaboradas com a participação efetiva de representantes dos profissionais de cada área, em todo o país.

 

Aplicação


A CBO é utilizada pelo MTE na confecção da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), no cruzamento de dados do Seguro-Desemprego e na formulação de políticas públicas de geração de emprego e renda.

Outras instituições governamentais utilizam a CBO para seus produtos, como a Declaração de Imposto de Renda, o cadastramento no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), em políticas públicas de Saúde, no Censo Educacional e em pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

(Com informações do MTE) Fonte: UOL Noticias

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Onde tudo começou, e é até hoje mantida e venerada por muitos DJs, por prazer, e também devido a mitos e falsos conceitos. Sendo com certeza a mais conhecida e usada por DJs de todo o mundo, a Technics MKII (SL1200 / 1210), foi e ainda é para muitos um verdadeiro ícone, um clássico. Nos últimos anos, sugiram modelos concorrentes superiores, mas muitos DJs continuam a usá-las.  Entre os fabricantes de toca-discos para DJs estão a Technics, Numark, Denon, Stanton e Gemini. Os toca-discos profissionais para DJs possuem alguns sistemas e recursos que as diferenciam dos toca-discos comuns. Entre estas diferenças está o direct-drive, sistema onde prato e motor estão ligados diretamente em uma única peça, ou seja, este sistema não utiliza correia entre o motor e o prato para girá-lo (belt-drive). Praticamente em extinção, alguns toca-discos “profissionais” de baixo custo eram belt-drives. Outro sistema muito importante encontrado nos toca-discos para DJs é o “pitch” control, nome não muito adequado a sua verdadeira função, que é o controle da velocidade do motor (prato), utilizado para aumentar ou diminuir a velocidade de reprodução da música, recurso utilizado pelos dos DJs para promover o sincronismo entre duas músicas. Saiba mais sobre o "pitch" no artigo Controle de velocidade (“Pitch”, Master Tempo, Pitch Lock, Keylock) em nosso site. Os toca-discos têm dois componentes que não poderia deixar de citar devido a sua importância: as cápsulas/shell e as agulhas, componentes estes que o DJ deve escolher os mais adequados a sua técnica, necessidade e gosto quanto a sonoridade. Cada marca e modelo de agulha e Shell geram um tipo de sonoridade quanto a freqüência, alguns reproduzem melhor os graves outras os agudos e outras os médios.
Para os que querem usar o computador para discotecar / ”tocar”, mais gostariam também de trabalhar com o charme visual de manipular o vinil, mesclar áudio digital com analógico e ou aproveitar seus toca-discos, vários fabricantes disponibilizam um kit que permite transformar os toca-discos em um controle / “joystick” para softwares de mixagens profissionais para DJs. Esta tecnologia é conhecida como time-code. Os principais kits são da Serato, Final Scratch, Torq Conectiv, Traktor, Virtual vinil (hardware Numark+ softwares Virtual DJ)

sexta-feira, 12 de março de 2010


"DJ" é abreviação de disk-jóquei. Jóquei é uma pessoa que monta cavalos de corrida. Ele é o "piloto" do cavalo, guiando e orientando-o durante a competição. Disk-jóquei é a mesma coisa, só que o jóquei aqui pilota mesmo é uma "pickup". Não, não é uma pickup de automóvel (S10, Ranger, Frontier, Hilux, etc). É um toca-discos mesmo. O DJ controla, guia e orienta pelo menos duas pickups.




Dúvidas ainda sobre o termo "pickup"? Na anos de 1980 ou antes, quando a tecnologia de CDs ainda era inexistente (o Compact Disk foi lançado em 1980) ou caríssima (no Brasil, popularizou-se a partir de 1988) os DJ´s usavam toca-discos do tipo analógico, que tocavam aqueles bolachões de vinil preto chamados LP´s (Long Play). Lembro que as pickups mais queridas (entre as que se podia pagar) eram as Technics MK-II. Com a popularização do CD (e a obsolência do LP) os DJ´s foram trocando suas antigas pickups por CD Players. Ainda existem DJ´s que usam pickups, e aquela Technics (marca muito comum nos anos 80) do seu pai ou do seu avô que está encostada em um canto da casa pode valer um bom dinheiro
 
 
 
As pickups (toca-discos ou CD Players, não importa) são ligadas em um mixer, um aparelho que lembra uma mesa de som muito simples, com três canais (um para cada pickup e uma entrada de microfone, mas existem modelos com mais canais). Muitos mixers só tem faders de volume, nem tem equalização, e nos que tem a equalização em geral é única para todos os canais.

Atualmente,existem as "DJ´s Station" (estação do DJ), um equipamento único que já vem com os CD´s Players e o mixer, tudo muito pequeno, pouco maior que um computador do tipo notebook. Aliás, existem equipamentos menores ainda, usando MP3 Players no lugar dos CD´s, sendo os mais comuns feitos para conexão com o IPod.
Depois do mixer ou da DJ´s Station, o sinal segue para os amplificadores e caixas de som. Sistemas grandes pode contar com crossovers, mas o uso de equalizadores e compressores é muito raro, já vamos ver o porquê.




E o lugar do DJ no áudio? Bem, eu não diria que o DJ é um profissional de áudio. Sem querer criar polêmica nem desvalorizar ninguém (ao invés, valorizar) o DJ na verdade é uma pessoa com gosto musical apuradíssimo, que sabe exatamente qual música se "casa" melhor com o público. Também tem uma noção de ritmo bastante grande e, utilizando-se disso, monta uma sequência de músicas agradáveis que vão se "encaixando" umas nas outras, de acordo com o ritmo musical que a platéia gosta. Também é necessária sensibilidade, entender que música se encaixa melhor em qual horário, etc.

O DJ "respira" música, mas de áudio só precisa saber o básico. Claro que ele precisa conhecer um pouco sobre cabos, sobre conectores (a maioria dos equipamentos utiliza RCA, um plugue voltado para o mercado doméstico, não profissional), sobre amplificadores e caixas de som. Ele precisa saber interligar isso tudo e colocar para funcionar. Uma noçãozinha de acústica e pronto. Mas a sua função principal é saber colocar música boa "pra galera". Se o DJ é um músico, sua DJ's Station é seu instrumento musical. Bem "tocada", agradará multidões. Caso contrário...
A música que o DJ utiliza é chamada de eletrônica, gravada em CD ou MP3. Essas músicas são pré-gravadas, ou seja, já passaram por um estúdio onde foram ajustadas, equalizadas, comprimidas, etc. Todo o "trabalho bruto" já foi feito e o DJ só tem o trabalho de pegar esse resultado e colocar para tocar. Por isso que os mixers são basicamente faders de volume. Ele não precisa se preocupar em ter equalizadores de variados tipos, compressores, módulos de efeito, etc. Já está tudo pronto, bem gravado. E se não estiver bem gravado basta descartar e colocar outra música no circuito.
Acredito que de todos os profissionais ligados ao áudio, o DJ seja aquele cuja vida seja "mais mansa". Ele não tem problemas com músicos que chegam atrasados, não tem que aturar cantores que se acham "estrelas", tem muito menos equipamentos para carregar. Alguns poucos cabos, algumas ligações e tudo já está pronto. Para eles, basta colocar todo mundo para dançar e está tudo certo. O que importa é que "a galera" sinta a batida constante dos graves da música no peito.




Mas não pense também que é só vantagens. DJ´s costumam ficar horas e horas com música altíssima em seus ouvidos (seja através de fones ou das próprias caixas). O índice de problemas de saúde por causa disso é muito grande. E tente abaixar o volume para ver o que acontece: "a galera" reclama! Mesmo quando com fone o DJ usa som muito alto com a justificativa de ouvir melhor a batida dos graves. Aliás, alguém já notou que a grande maioria dos DJ´s é jovem, de menos de 30 anos?

Um profissinal desse tipo tem lugar em boates, bailes, festas, raves, etc. Sempre lugares com música eletrônica. Alguns são famosos, chegando a atrair multidões. Algumas DJ´s Stations mais caras são também pequenas mesas de som (alguns canais para microfone, equalização por canal), habilitando o DJ a também realizar pequenos eventos (palestras, formaturas, etc).


creditos : som ao vivo

segunda-feira, 8 de março de 2010

Em um mercado musical predominantemente dominado pelos homens, é raro encontrar uma mulher que consiga causar um impacto tão forte na cena em um curto período de trabalho.

A alemã Kristin Schrot mais conhecida como Miss Nine não apenas conseguiu ser notada em seu meio mas conseguiu também fazer isso muito rápido. Com seu gosto eclético, rugindo com grooves eletrizantes e vocais deep com sons progressivos Miss Nine sem dúvida rouba a cena aonde quer que toque.

Em 2005 ela foi chamada para fazer parte do casting da Bullitt Bookings uma agência renomada, conhecida por ter nomes de peso como Deep Dish, Nic Fanciulli e Danny Howells, essa oportunidade permitiu que Miss Nine explorasse a cena e a realidade eletrônica mundial com outros olhos.

Atualmente em turnê com o Deep Dish ela toca regurlamente em clubes como Pacha (Ibiza), Space (Miami), Avalon (Los Angeles), Crobar (NY), e agora na Eazy (São Paulo) no qual se torna a cada dia mais, um club de referência eletrônica mundial.
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